Esqueça as dietas milagrosas e as rotinas exaustivas de biohacking por um momento. Se você quer viver mais e com qualidade, o segredo pode estar guardado em um lugar que você visita, pelo menos, três vezes ao dia: o seu banheiro. Recentemente, uma onda de estudos e reportagens acendeu o alerta vermelho: a saúde da boca não é um satélite isolado, ela é o centro de comando do bem-estar sistêmico e a higiene bucal é o combustível que mantém tudo funcionando.
Recentemente, uma matéria do NSC Total apontou que negligenciar a higiene bucal pode aumentar em até oito vezes o risco de morte por complicações diversas. Mas por que algo tão simples quanto passar o fio dental tem um peso tão grande? Pois bem, a resposta está na conexão direta entre as bactérias da boca e a corrente sanguínea, afetando desde o coração até a saúde mental.
Então, para mergulhar nesse universo e entregar o que o seu dentista realmente gostaria que você soubesse, conversamos com o Dr. José Antônio Rios, Mestre em Cirurgia Bucomaxilofacial, especialista em Periodontia e o nome à frente do Crool by Rios. Ele nos ajudou a compor este guia definitivo sobre o que é “fazer o básico bem feito” e como ir além para garantir que sua boca seja sua maior aliada.
Princípios básicos da higiene bucal
1. Escovar com força desgasta seus dentes e lesiona gengivas
Sabe aquela sensação de que, quanto mais força você coloca na escovação, mais limpo o dente fica? Esqueça. Esse é um dos mitos mais perigosos do banheiro. “O dente é uma estrutura finita. Desgastou, acabou”, alerta o Dr. José Antônio Rios.
Segundo o especialista do Crool, o uso de escovas com cerdas médias ou duras, aliado à força excessiva, causa a chamada retração gengival e a erosão do esmalte. É como se você estivesse usando uma lixa grossa em um móvel de luxo. O resultado? Sensibilidade extrema e uma gengiva que “sobe”, deixando a raiz exposta.
O conselho de ouro: Aposte sempre em escovas de cerdas macias ou extramacias. O objetivo da escovação é desorganizar o biofilme (a placa bacteriana), que é mole, e não polir granito.
2. Afta não é “só uma feridinha”
Além disso, quem nunca teve aquela afta incômoda que estraga o prazer de comer? Embora comuns, elas são mensageiras do seu organismo. Pois é, se elas são frequentes, o problema pode estar muito além da boca.
Para o Dr. Rios, a recorrência de aftas pode ser um sinal de baixa imunidade, traumas mecânicos (como morder a bochecha) e, cada vez mais comum, a ansiedade. “Existe uma relação intrínseca entre o estresse e as manifestações bucais. O corpo fala através da mucosa”, explica o especialista. Se você vive “à flor da pele” e seu sorriso reflete isso, o primeiro passo é uma avaliação clínica para descartar deficiências vitamínicas ou problemas sistêmicos.
3. O deserto bucal: O perigo da boca seca
A xerostomia, popularmente conhecida como boca seca, é mais do que um desconforto. A saliva é o “detergente natural” da boca, ela neutraliza ácidos e ajuda a combater bactérias. Sem ela, o terreno fica fértil para cáries agressivas, gengivite, mau hálito e infecções.
“Boca seca dá muito problema. Se você sente que sua saliva está grossa ou insuficiente, beba água constantemente e, se necessário, utilize estratégias como mascar chicletes zero açúcar para estimular as glândulas salivares”, recomenda o Dr. Rios. No Crool by Rios, o diagnóstico da causa da secura bucal — que pode ir desde o uso de medicamentos até o tabagismo — é fundamental para prevenir uma cascata de problemas dentários.
4. O açúcar não pode “fazer aniversário” na boca
Nós sabemos: a vida é mais doce com uma sobremesa. O problema não é o doce em si, mas o tempo que ele permanece em contato com seus dentes. As bactérias da cárie amam açúcar e o transformam em ácido em questão de minutos.
O Dr. José Antônio Rios traz um insight valioso sobre o timing: “Comeu doce? O ideal é escovar os dentes logo em seguida. Mas, se você estiver na rua e não puder escovar, faça pelo menos um bochecho vigoroso com água”.
No entanto, há uma ressalva importante que poucos sabem: se você consumiu algo muito ácido (como refrigerantes ou frutas cítricas), o bochecho com água é, na verdade, melhor do que a escovação imediata. Isso porque o ácido amolece temporariamente o esmalte, e escovar nesse momento pode “esfregar” o ácido contra o dente, acelerando o desgaste. Espere 30 minutos ou apenas enxágue.
5. Rotina vs. Emergência: Uma escolha econômica e de saúde
A frase é clichê, mas os números não mentem: prevenir é muito mais barato e indolor do que remediar. Uma consulta de rotina para limpeza e check-up pode identificar uma cárie incipiente ou uma inflamação no início. Já uma consulta de emergência geralmente envolve dor, procedimentos complexos como canais ou extrações, e um custo financeiro e emocional muito maior.
No Crool by Rios, a filosofia é baseada na longevidade. “Nós queremos que o paciente venha até nós para celebrar a saúde, não apenas para tratar a dor”, diz o Dr. Rios. O uso de tecnologia de ponta e o olhar humanizado transformam a ida ao dentista em uma experiência de cuidado pessoal, e não em um “mal necessário”.
Sua boca, seu templo
Cuidar da higiene bucal não é apenas sobre ter um “sorriso de Hollywood”. É sobre garantir que você possa envelhecer com saúde, sem inflamações sistêmicas que roubam sua energia e longevidade.
O Crool by Rios se posiciona como o lugar ideal para quem compreende essa nova era da saúde. Sob a liderança do Dr. José Antônio Rios, a clínica foca na prevenção personalizada, entendendo que cada boca conta uma história diferente. Seja para ajustar a técnica de escovação, tratar uma periodontite silenciosa ou simplesmente garantir que seu “segredo para a longevidade” esteja em dia, a prevenção é o caminho. Cuidado odontológico? Crool, é lógico. Clique aqui e agende sua avaliação.
